A acusação do Ministério Público foi considerada improcedente pelo coletivo de juízes. Os 241 crimes de que foi acusado correspondiam a 201 de acesso ilegítimo qualificado + 23 de violação de correspondência agravados + 18 de dano informático. Rui Pinto foi então absolvido no segundo processo do caso Football Leaks que envolvia o acesso ilegítimo a e-mails do Benfica e outras entidades.

Foi ainda referido que Rui Pinto “foi vítima da arbitrariedade do sistema judicial e viu violada a sua dignidade enquanto pessoa”.

O advogado do Benfica considerou esta decisão “surpreendente e inédita”.

No primeiro processo, no qual foi condenado em Setembro de 2023, Rui Pinto foi condenado a uma pena suspensa de quatro anos de prisão por crimes tais como tentativa de extorsão e acesso ilegítimo a dados.